Filmes e desdobramentos audiovisuais das fotógrafas convidadas desta edição:

Experimental.

Povos, costumes e influências negras na floresta.
Duração: 3 minutos

Para conhecer o projeto (Re)Conhecendo a Amazônia Negra e mais informações, visite o site: www.amazonianegra.com.br
Documentário.

Povos, costumes e influências negras na floresta.
Duração: 7 minutos

Para conhecer o projeto (Re)Conhecendo a Amazônia Negra e mais informações, visite o site: www.amazonianegra.com.br
A música como suporte da imagem que (des)construo diariamente sobre o meu corpo.

Manter o corpo negro a frente e atrás da fotografia, sendo capaz de dignificá- la, tem sido esse processo de viver a própria pele. Com ritmo, a visibilidade do Corpo Negro, vai surgindo aos poucos e despertando o (re)conhecimento de legados e memórias ainda não ditas e incluídas; no entanto, enraízados por todos os "cantos" desse país. Tocar na presença do Negro na Amazônia é exatamente (re)conhecer e difundir as inúmeras contribuições e autorias, ainda pouco aparentes, mas fundamental para a história do Brasil. São diásporas e fluxos (i)migratórios, compondo os muitos lugares do lado dentro desse território amazônico; onde desde as margens do Guaporé, até as beiras do Madeira, as influências atlânticas dessas negritudes, coloriram e colorem a imagem de uma terra com o nome do seu próprio colonizador, Rondônia; muitas vezes produzindo a sensação de estar Ilhada(o) às próprias margens, e da lá ecoando o desejo por liberdade. Seguimos em busca pela libertação! Escravos do tempo, não senhor!

Duração: 4 minutos
Direção: Gabriela Rabaldo
Produção: Mari Mon; Thais e Flora Vilar

Para conhecer o projeto (Re)Conhecendo a Amazônia Negra e mais informações, visite o site: www.amazonianegra.com.br
Areias do Tempo (2020) 
Fotofilme de Daniela Pinheiro.

Areias Tempo teve desdobramento, na pandemia de 2020 através da criação do fotofilme Areias do Tempo, onde relatei
através de imagens fotográficas o meu encontro entre as figueiras centenárias do Laranjal da cidade de Pelotas/RS. Um diálogo
poético entre o olhar e a memória, em que o tempo e suas ações estabelecem uma relação profunda com a condição humana e os
ciclos de vida e morte da natureza. Fotografar as figueiras não se limita apenas as imagens das árvores e ao silêncio das ruas
internas de areia do Laranjal ou uma memória pessoal, pois envolve também a paisagem, que guarda no entrelaçamento das raízes
dessas árvores, a memória da história desse lugar, já que as figueiras são árvores nativas e antigas dessa região. Que histórias
invisíveis estão guardadas nelas?

Concepção, fotografia e montagem: Daniela Pinheiro
Trilha sonora original: Kika Simone
Participacão Musical: Nina Mayers
Duração: 15 minutos

Para conhecer o projeto Areias do Tempo e mais informações, visite o site: www.danielapinheiro.com
Tasogare (2014)
Processo de criação I de Daniela Pinheiro.

O trabalho Tasogare prioriza o processo de criação e a experiência vivida ao acompanhar manifestações culturais japonesas:
butô, shodô e taikô. A pesquisa partiu de um conceito japonês que se chama espaço Ma, uma reflexão sobre os espaços – tempo
intersticiais, as pausas, o tempo suspenso em que parece que ali é um vazio, mas na verdade é um espaço aberto à transformação.
Tasogare teve como materialização duas projeções de vídeos com texturas sonoras, além de imagens fotográficas dispostas em
ziguezague no suporte vidro, realizadas através do processo histórico de fotografia do século XIX, chamado dusting on2. Nas imagens
fotográficas os participantes tiveram a possibilidade de interagir, usando lanternas que estavam sobre a mesa, realizando suas
próprias danças de sombras, com os gestos fotografados da dançarina de butho Emilie Sugai. Já as projeções de vídeos, tiveram a
finalidade de expandir o plano da imagem para o “plano-ambiente”; abandonando o uso do monitor em prol da imagem projetada
diretamente no espaço instalativo.

Concepção, fotografia e montagem: Daniela Pinheiro
Texturas sonoras: Kika Simone
Duração: 2 minutos

Para conhecer o projeto Tasogare e mais informações, visite o site: www.danielapinheiro.com
Tasogare (2014)
Processo de criação II de Daniela Pinheiro.

O trabalho Tasogare prioriza o processo de criação e a experiência vivida ao acompanhar manifestações culturais japonesas:
butô, shodô e taikô. A pesquisa partiu de um conceito japonês que se chama espaço Ma, uma reflexão sobre os espaços – tempo
intersticiais, as pausas, o tempo suspenso em que parece que ali é um vazio, mas na verdade é um espaço aberto à transformação.
Tasogare teve como materialização duas projeções de vídeos com texturas sonoras, além de imagens fotográficas dispostas em
ziguezague no suporte vidro, realizadas através do processo histórico de fotografia do século XIX, chamado dusting on2. Nas imagens
fotográficas os participantes tiveram a possibilidade de interagir, usando lanternas que estavam sobre a mesa, realizando suas
próprias danças de sombras, com os gestos fotografados da dançarina de butho Emilie Sugai. Já as projeções de vídeos, tiveram a
finalidade de expandir o plano da imagem para o “plano-ambiente”; abandonando o uso do monitor em prol da imagem projetada
diretamente no espaço instalativo.

Concepção, fotografia e montagem: Daniela Pinheiro
Texturas sonoras: Kika Sim
Duração: 4 minutos

Para conhecer o projeto Tasogare e mais informações, visite o site: www.danielapinheiro.com
O Que Você Não Vê (2016)
Documentário.

Video sobre o projeto O que você não vê: A Prostituição vista por nós mesmas.

Fotógrafas: Amanda, Ludymilla, Beth, Manuela, Cristiane Oliveira, Monique Santos, Evelym Gutierrez, Naomi Savage, Fabricia Ferraz, Natasha Roxy, Gabi, Maya Hoffman, Giovana, Paula, Indianara Siqueira e Sabrina
Curadoria e Projeto Pedagógico Fotográfico: Flavia Vianna e Hevelin Costa
Coordenação Geral: Angela Donini e Laura Murray
Registros audiovisuais: Angela Donini, Flavia Vianna, Marina Cavalcanti, Tais Lobo
Concepção e arte do site: Anais karenin
Consultoria na Concepção e Execução do Projeto: Penelope Saunders
Duração: 7 minutos

Para conhecer o projeto O Que Você Não Vê e mais informações, visite o site: www.oquevcnaove.com
COSPE-FOGO (2019)
Foto-Livro-Poema-Filme-Performance.

Duas mulheres que cospem querosene, álcool, gasolina para incendiar os tempos e as memórias da ditadura brasileira e o horror que cresce no país desde as eleições de 2018. Um poema feito por uma filha prestes a completar 40 anos para a sua mãe, uma ex-presa política brasileira da década de 70, nascida no ano do fim da Segunda Guerra Mundial. Neste curta, elas resistem juntas irreverentes e vivíssimas, aos tempos de hoje.

Poesia: Joana Côrtes
Direção: Priscila Magalhães.
Elenco: Ana Côrtes, Joana Côrtes
Trilha Sonora: Elizabeth Menezes
Assist. Prod.: João Gabriel Machado 
Prod.: Nome Filmes
Duração: 3 minutos

Para conhecer o projeto COSPE-FOGO e mais informações, visite o Instagram: @joanacospefogo

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